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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Aquecendo a alma

Muito mais que uma campanha de roupas, agasalhos e adornos corporais, estão faltando doações de "cobertores emocionais" nas ruas. É empresário que ajuda para ter o nome no jornal, é fulano que se faz de coitado para pescar alguma conversa fiada, ao ganhar uma nova usada roupa.

São as lacunas sociais da falta de relacionamento humano que precisam ser preenchidas, e não as gavetas-sem-fundos da desalmada sociedade. Muitas pessoas e pouca conversa, muitos passos e poucos risos.

O problema é que os preocupados com a "função social" das s.a's e suas derivadas, se preocupam, antes de tudo, com a capa de um papel de mal cheiro, ou mesmo de uma tela que só se move quando tocada. E o coitado não vê, sequer, o primeiro passo da filha.

Cobrir a alma é preciso!


Abraços, beijos, bom dias, e por favores estão na sarjeta, pedindo esmola para um qualquer. Pedindo carona para estar com você, mesmo que seja só por uma tarde.

Joelhos precisam ser dobrados, como prova de humildade, seja em uma ajuda a um irmão caído, seja para agradecer ao seu Deus pela vida e pelo ar que respira.

Será que antes de doar um casaco, não podemos procurar quem realmente precisa dele, e fazer desse objeto um convite para apreciar um bom papo com quem precisa? Será que conversar assim, de corpo e alma é tão difícil? Será que a humildade de uma ajuda real é inacessível?

Precisamos nos humanizar. Todos nós. Se você procura ser melhor, assim como eu, vou dar uma dica bacana que li em um livro: Práxis. Pesquise essa palavra afundo, faz uma grande diferença. =D

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

É tempo de compartilhar!


Isso, os abraços... com os dois braços. Aqueles que apertam e exprimem a verdadeira vontade de estar perto, de proteger, de mostrar carinho. Não aqueles com um braço só, que mal abraçam e já querem te jogar pra longe.

Em tempos em que só se fala de internet e da evolução constantemente rápida das coisas, me parece que todos esqueceram um pouco da simplicidade que é a vida.

Em momentos de ressaca filosófica, sempre paro, olho ao redor e imagino que tudo é um grande teatro.

Muitas vezes estamos ao lado de pessoas, e é como se estivéssemos a kilômetros de distância. E em um outro ambiente, nos parecemos tão próximos, que quase somos irmãos - poucos instantes após o primeiro.

É uma teoria de louco, eu sei.

Administrar a superioridade e a arrogância tem sido mérito para muitos. Mas, discordo.
É tempo de dividir, de ensinar e aprender. De rir de si mesmo. De falar eu te amo para quem realmente importa.
É sorrir para quem você gosta e não para quem você acha que mereça.

Redes sociais, emails, intra e extranets... A interatividade está tão grande, mas o companheirismo tão distante! Todos compartilham essa ou aquela logomarca, mas poucos compartilham um abraço cheio de afeto sincero.

Falta proximidade, companheirismo. Falta aquele bom dia desejado ao vizinho. Falta a percepção de que todas as "peças", após o jogo, voltam para a mesma caixa.

Podes crer que ao final do jogo - como alguém já disse - o peão se deita junto com o "Rei".

Um excelente final de semana.

Compartilhe mais o que realmente importa para uma vida bacana e feliz.